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Política

02/01/2017 às 21h12 - Atualizada em 02/01/2017 às 21h12

Melo aparece sorridente para recepcionar Ministro da Justiça, após massacre no Compaj

Holofote Manaus
Manaus - AM
FONTE: G1 AM

Governador do Amazonas recepcionou ministro na noite desta segunda-feira (2) (Foto: Indiara Bessa/G1 AM)

O ministro da Justiça e Cidadania Alexandre de Moraes chegou a Manaus na noite desta segunda-feira (2), após a série de episódios violentos em presídio do Amazonas. Do Terminal 2 do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, ele deve seguir para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Zona Centro-Sul da capital, para uma coletiva de imprensa.

Moraes chegou em Manaus às 20h20, em um avião particular. Em nota divulgada nesta segunda, o Ministério informou que Moraes manteve contato com o governador José Melo durante a rebelião, que durou mais de 17 horas.

"O governador informou que neste momento a situação no complexo penitenciário já está sob controle. E que já utilizará para sanar os problemas os R$ 44,7 milhões de repasse que o Fundo Penitenciário do Amazonas recebeu do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) na última quinta-feira, 29 de dezembro", diz trecho da nota.

O governador do Amazonas, José Melo, e o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, estavam no local para recepcionar o ministro da Justiça. Eles foram escoltados por policiais militares e civis na saída do aeroporto. Uma reunião entre as autoridades deve ocorrer na sede do CICC antes da coletiva.



Ao todo, 60 pessoas foram mortas em conflitos em cadeias de Manaus, da tarde de domingo (1º) até o início da noite desta segunda-feira (2). Registraram alterações os presídios: o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP).

O episódio considerado o "maior massacre da história do sistema prisional do Amazonas", segundo Sérgio Fontes, ocorreu no Compaj: uma rebelião de mais de 17h que resultou em 56 mortes de membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Na tarde desta segunda (2), outros quatro presos foram mortos na UPP, também membros do PCC.


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